ANTT participa da Feira da Cidadania em Florianópolis e leva informação e serviços à população

Para quem roda ou contrata frete, a presença da ANTT em Florianópolis vai além de uma ação de comunicação, pois coloca no centro da agenda debates cruciais como o Piso Mínimo de Frete e o combate ao transporte clandestino, temas que diretamente impactam o custo operacional e a rentabilidade do caminhoneiro.
No dia 18 de junho, o centro da capital de Santa Catarina abrigou a Feira da Cidadania, parte do programa Governo do Brasil na Rua, que reuniu mais de 30 órgãos federais para ofertar mais de 70 serviços gratuitos à população. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) estava presente com equipes distribuídas no Escritório de Fiscalização Ferroviária, no Escritório Regional de Fiscalização e na Coordenação de Logística de Santa Catarina, atuando ao lado de representantes de diversas entidades governamentais.
Além das informações gerais sobre direitos como o Passe Livre e o Estatuto do Idoso, os servidores da ANTT focaram em assuntos específicos do setor, explicando as regras das concessões ferroviárias e rodoviárias, o funcionamento do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) e as medidas de fiscalização destinadas a erradicar o transporte ilegal.
Na prática, essa integração significa que o cidadão comum e o profissional do transporte podem, em um único local, buscar esclarecimentos sobre desde o cadastro digital via Meu MEI Digital até denúncias de racismo e adesão a programas sociais como o Pé-de-Meia e o Desenrola 2.0, sem precisar deslocar-se a diferentes endereços ou esperar longas filas.
Para quem opera no mercado, a oportunidade é clara: entender melhor o que é o RNTRC e como as novas regras de concessão funcionam pode evitar erros administrativos que geram multas ou perda de capacidade de operar, enquanto o debate sobre o Piso Mínimo de Frete traz à tona a necessidade de revisão dos custos que sustentam a atividade logística no Brasil.
A iniciativa reforça o papel da agência em promover transparência e inclusão social, levando orientações diretamente à base, mas o que realmente importa agora é que os agentes do setor acompanhem de perto as discussões sobre os novos parâmetros de frete e as regras de fiscalização, pois essas mudanças definirão o futuro do negócio na estrada.
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